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Aposentados: Arrependimento por terem poupado pouco

 
 

18. set.2013
A pesquisa do HSBC revelou um arrependimento bastante comum entre os aposentados: ao parar de trabalhar e fazer as contas, eles perceberam que deveriam ter economizado muito mais. Entre aqueles que têm menos dinheiro que o previsto para concretizar suas aspirações, 81% se arrependeram por não terem poupado mais.

Mais da metade dos entrevistados (63%) afirmou que o melhor conselho financeiro que recebeu foi "comece a poupar enquanto jovem". Em segundo lugar, com 59% das menções, apareceu o conselho que muitos avós já passaram para os seus netos: "não gaste aquilo que você não tem".

Com base nas respostas dos entrevistados, o relatório do HSBC sugeriu quatro passos a serem seguidos no processo de aposentadoria. O primeiro é não se precipitar para "colocar o pijama". "Aproximadamente dois terços das pessoas que entraram na pré-aposentadoria desejariam ter ficado no emprego em tempo integral por mais tempo", aponta o levantamento. Portanto, diz o estudo, não se apresse.

O segundo passo é diversificar as fontes de renda, para não depender de apenas uma quando estiver dedicado integralmente ao ócio. "Em média, os atuais aposentados têm três diferentes fontes de renda de aposentadoria", diz o relatório. A maior parte da renda média dos aposentados vem de pensões e benefícios do governo (46%). Em segundo lugar, aparecem pensões empresariais (25%) e, em terceiro, as pessoais (9%).

É interessante notar que essa realidade é diferente da expectativa de pessoas que ainda vão se aposentar. Essas esperam que apenas 30% da renda futura virá de pensões do governo e dizem que as pensões pessoais contribuirão em média com 16% e as empresariais, com 15%. Uma proporção similar deverá vir de poupança em dinheiro e depósitos (13%) e outros 5% são esperados de investimentos.

O terceiro passo é planejar a aposentadoria levando em consideração gastos com familiares. Aproximadamente metade (49%) dos atuais trabalhadores prevê responsabilidades financeiras com outras pessoas, mesmo quando estiverem na idade de se aposentar. Isso inclui responsabilidades financeiras existentes com filhos adultos, bem como sustentar pais idosos com saúde frágil.

E o quarto e último passo é ser realista com as despesas futuras. Como afirmou Alfredo Lalia Neto, diretor do HSBC Seguros (ver página D1), muitas pessoas em idade ativa assumem que a necessidade de sua renda cairá assim que elas se aposentarem. Afinal de contas, não precisarão gastar com o transporte para o trabalho, nem com as refeições fora de casa e, provavelmente, terão deixado para trás o custoso orçamento de quem tem filhos pequenos. O que a pesquisa mostrou é que a realidade não é bem assim. Para Lalia, a resposta está mais uma vez em planejamento. "As pessoas devem começar a se acostumar a fazer planejamento financeiro e a programar sua aposentadoria."

(Karla Spotorno Valor Online)

 
 

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